" O sábio fala porque tem alguma coisa a dizer, o tolo porque tem que dizer alguma coisa." (Platão)

sábado, 9 de julho de 2011

Maschinen

Maschinen

Die Hand berührt den Knopf
Ich hebe langsam meine Kopf
Spüre wie das Leben durch die Kabel fliest
Und der Strom durch meine Adern schießt
Unsere Körper laufen durch die Stadt
Im gleich schritt, im gleichen Takt
Ab jetzt sind wir für immer wach

Wir sind wie Maschinen, wir müssen funktionieren
Müssen immer weiter laufen, ohne plan und ohne ziel
Wir sind wie Maschinen, wir müssen funktionieren
Wir müssen pausenlos marschieren

Unsere Beine sind so schwer wie bleib
Doch wir laufen aneinander vorbei
Ich spüre wie mein Kopf vibriert
Unsere Blicke sind wie programmiert
Keiner kann das Ende sehen
Keiner weiß wohin wir gehen
Wo ist der Berg der dieses Schiff versenkt
Wo ist der Knopf der mich zum Stehen bringt

Wie Maschinen, wir müssen funktionieren
Müssen immer weiter laufen, ohne plan und ohne ziel
Wir sind wie Maschinen, wir müssen funktionieren
Wir müssen pausenlos marschieren

Wir sind wie Maschinen, wir müssen funktionieren
Müssen immer weiter laufen, ohne plan und ohne ziel
Wir sind wie Maschinen, wir müssen funktionieren
Wir müssen pausenlos marschieren

Wir sind wie Maschinen, wir müssen funktionieren
Müssen immer weiter laufen, ohne plan und ohne ziel
Wir sind wie Maschinen, wir müssen funktionieren
Wir müssen pausenlos marschieren

Wir sind wie Maschinen, wir müssen funktionieren
Müssen immer weiter laufen, ohne plan und ohne ziel
Wir sind wie Maschinen, wir müssen funktionieren
Wir müssen pausenlos marschieren
________________________________________

Máquinas

A mão tocou a maçaneta
Eu levantei a cabeça lentamente
Sinta como a vida está fluindo através do cabo
E a corrente através das minhas veias se fechou
Nossos corpos atravessam a cidade
No mesmo passo, no mesmo ritmo
A partir de agora estamos sempre crescendo
Nós somos como maquinas, precisamos funcionar
Precisamos sempre continuar, sem planos e sem objetivo
Nós somos como maquinas, precisamos funcionar
Precisamos marchar sem parar
Nossos pés são tão pesados como permanecem
Mas andamos umas sobre as outras
Sinto a minha cabeça vibrando
Nossos olhos são como programados
Ninguém pode ver o fim
Ninguém sabe para onde vamos
Onde está a montanha desse navio afundado?
Onde está o botão que me faz parar?
Nós somos como maquinas, precisamos funcionar
Precisamos sempre continuar, sem planos e sem objetivo
Nós somos como maquinas, precisamos funcionar
Precisamos marchar sem parar
Nós somos como maquinas, precisamos funcionar
Precisamos sempre continuar, sem planos e sem objetivo
Nós somos como maquinas, precisamos funcionar
Precisamos marchar sem parar
Nós somos como maquinas, precisamos funcionar
Precisamos sempre continuar, sem planos e sem objetivo
Nós somos como maquinas, precisamos funcionar
Precisamos marchar sem parar
Nós somos como maquinas, precisamos funcionar
Precisamos sempre continuar, sem planos e sem objetivo
Nós somos como maquinas, precisamos funcionar
Precisamos marchar sem parar

sexta-feira, 1 de julho de 2011

A chuva sempre traz memórias...


Vejo a chuva pela vidraça...
Penso se há uma razão
alguma coisa que explique
que esclareça aquilo que falta em mim
aquilo que me libertaria
qualquer ideia
mas que fosse reveladora e iluminasse meus erros

Meu passado...
um emaranhado de flashes, cenas
vazias.

O clima seco
mãos na terra
nada além de mim
e as dúvidas
e a criança
e o medo
Silêncio...

e então
os erros
acertos
alegrias
tristezas
amizades
e os outros...

Ahhh, sempre os outros!
Aqueles que não sabem nada do que se encontra atrás dos meus olhos
mas também, nem poderiam
eles...
é tudo interesse não é?
é tudo calculado, projetado, manipulado
por eles! não é?
Mas isso é tudo.

O resto é comigo mesma!
com algo que busco
talvez nunca tenha perdido
talvez nunca tenha tido para perder...

ahh! Minhas tolices...
Sempre foram minhas tolices afinal, quem sabe?
Que nunca me deixaram fugir daquela casa,
do nada dos olhos da criança muda e magricela
que a tudo dizia sim

Sim
até hoje
Sempre sim

Aquela criança...
cresceu, mas continua a mesma,
continua presa
no quintal das suas brincadeiras
e é cada vez mais difícil
tentar sair dele
a criança não deixa
e puxa de volta pela manga


Como pode essa menina raquítica
ter tanta força?
E quanto mais longe eu me afasto
Depois eu sei
Mais forte ela fica

Chove...
A criança deve estar sentada ao lado do velho fogão de lenha
teve de abandonar o quintal
foi chamada pra dentro
posso vê-la
olhando com os olhos de vazio a chuva cair
ou seria lágrimas escorrendo pelo vidro?
Estes olhos refletidos na janela...
engraçado, mas vejo os meus
e não os dela.

Ahh, medo...

Ahh, medo...
Velho amigo jamais esquecido,
bem sabes tú das minhas dores
pois me acompanha a toda a parte
e vês que meu peito clama por ar e liberdade
enquanto nele te aninhas
como a criança assustada no colo da mãe

Mas em meu peito não procuras por segurança
teu único desejo é tornar-se peso
e ainda te remexes todo a cada vacilo do meu coração
para me lembrar da tua presença ali
que de tão constante às vezes passa despercebida

(Este companheiro que carrego em mim
tornou-se tão fiel quanto possessivo 
Se mesmo se relance avisto algum sinal de paz
já vem ele a remoer minhas artérias
lacerar minha esperança)

Mas não foi sempre que estivestes ao meu lado
Lembro-me bem que chegastes devagar
pé ante pé, como uma visita que não quer incomodar
e quando dei por mim
já havias te estabelecido e não tinhas planos de ir embora

Nunca te fiz objeção alguma
em minha casa sempre tivestes toda a liberdade e respeito
devidos a uma ilustre visita.
Do mundo externo cuidastes tú
para que nenhuma ideia atrevida
ousasse criticar nossa união
mantendo-me cega, surda e muda
para meu próprio bem

Só te esquecestes de um detalhe
quando te trancastes aqui:
A tua sujeira, teu lixo, teu veneno
acumulados por todo este tempo
agora começam a escapar por todos os lados
e incomodar aqueles que sempre suportaram a tua presença

Minhas pernas cansaram de carregar teu peso
Minhas mãos não suportam mais continuar tremendo
Meu peito está cansado de sua falta de bons modos
E meu coração puído não o quer mais carregar

Posso agora ouvir com clareza
Minha língua se soltou
E meus olhos se abriram
Ahh, medo...
como é linda a vida
quando não estás aqui
me alienando dela!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Foo Fighters - Walk





A million miles away
Your signal in the distance
To whom it may concern

I think I lost my way
Getting good at starting over
Everytime that I return

I'm learning to walk again
I believe I've waited long enough
Where do I begin?

I'm learning to talk again
Can't you see I've waited long enough
Where do I begin?

Do you remember the days
We built these paper mountains and sat and watched them burn
I think I found my place
Can't you feel it growing stronger
Little conquerors

I'm learning to walk again
I believe I've waited long enough
Where do I begin?

I'm learning to talk again
I believe I've waited long enough
Where do I begin?

Now
For the very first time
Don't you pay no mind
Set me free again
You keep alive a moment at a time
That's still inside a whisper to a liar
To sacrifrice but knowing to survive
The first to climb another state of mind
I'm on my knees, I'm praying for a sign
Forever, whenever, I never wanna die

I never wanna die, I never wanna die
I'm on my knees, I never wanna die
I'm dancing on my grave, I'm running through the fire
Forever, whenever, I never wanna die
I never wanna leave, I'll never say goodbye
Forever, whenever, forever, whenever

I'm learning to walk again
I believe I've waited long enough
Where do I begin?

I'm learning to talk again
Can't you see I've waited long enough
Where do I begin?

I'm learning to walk again
I believe I've waited long enough

I'm learning to talk again
Can't you see I've waited long enough?

terça-feira, 7 de junho de 2011

Devolva-me!

Como faço pra sair deste quarto escuro
este quarto cujas paredes negras
negras como o vazio
me aprisionam em um espaço infinitamente
tão pequeno, que me sufoca
que me priva do ar, da luz?

Não me sinto mais,
meu coração perdeu o ritmo
em alguma ruela escura que por ventura entrou
ruela esta que deu no quarto onde estou
Agora perco os sentidos
Não respiro mais
Estranho... meu peito continua a subir e a descer
Rápido agora
Seria melhor ser engolida de vez pelo vazio
do que continuar a sufocar
respirando sem ar

Estou farta deste mundo construído
deste mundo calculista, planejado, controlado
e completamente fora de controle
que vive a me apontar meus defeitos!

Como podem esperar que eu seja forte
Se me negam o ar, a luz, o tempo das batidas do meu coração...
tudo que me é natural me foi retirado
e ainda esperam que eu continue andando?

Para o inferno com suas regras!
Não quero saber de regra que não seja a da libertação!
Devolva-me e estarei satisfeita
pois não preciso mais de suas mercadorias quinquilharias para me contentar

Só, por favor, devolva-me
Porque este quarto escuro está me cansando
me matando sem matar
e eu preciso sair
me perder
para poder me achar.

sábado, 21 de maio de 2011

Overdose de Johnny Depp...

Depois de me preparar para a estréia de "Piratas do Caribe 4", assistindo os 3 filmes anteriores e me encantar com a atuação de Depp em "Sweeney Todd: o barbeiro demoníaco da rua fleet" (quem imaginaria que J. Depp, além de seu incontestável talento de trazer à vida personagens complexos e excêntricos, também canta maravilhosamente bem)
... acho que estou tendo uma overdose de Jonhnny! 
 Brincadeiras à parte, o talento e a história deste brilhante ator, não podem ser esquecidos. 


Depp faz de tudo para não ser considerado uma estrela de Hollywood e, por causa disso, talvez, recusou papéis importantes, como os que ficaram com Keanu Reeves em Velocidade Máxima, Tom Cruise em Entrevista com o Vampiro, Brad Pitt em Lendas da Paixão e Leonardo di Caprio em Titanic.
 
O nome completo de Depp é na verdade John Christopher Depp II, nascido em Owensboro, em 9 de junho de 1963. É filho de John Christopher Depp que era engenheiro, e Betty Sue Palmer. Com apenas treze anos mudou-se com a família para a Flórida, após a separação dos seus pais que viria afetar a sua vida daí por diante.
Com doze anos ganhou a sua primeira guitarra. Aos 15 anos, decidiu que o que queria era ser guitarrista, e não passar os seus dias na escola. Aos dezesseis, formou o primeiro grupo, The Kids, que depois mudou de nome para Six Gun Method.
Logo que chegou a Los Angeles, em 1983, casou com a maquiadora Lori Anne Allison, porém o casamento durou apenas dois anos. 

(OBS: Ele decidiu que queria deixar a escola e seguir seu próprio caminho aos 15 e se casou pela primeira vez aos 20 anos... precoce esse menino, não?)

Foi Lori quem o apresentou a Nicolas Cage, que lhe conseguiu testes para o seu primeiro filme, A Hora do Pesadelo. Nicolas virou um grande amigo. Na lista dos amigos de Depp, além de Cage, estão Leonardo DiCaprio, Tim Burton, Helena Bonham Carter, Marlon Brando, Christina Ricci, Al Pacino e Sean Penn.
Johnny ficou famoso ao fazer parte do elenco da série de televisão Anjos da Lei, entre 1987 e 1990. 









Este é um Fan video, feito a partir de cenas onde Johnny aparece em 21 Jump Street (Anjos nas ruas/ quem faz essas traduções de nomes de filmes e séries americanos?) - O sucesso obtido na série, o tornou um ídolo juvenil e símbolo sexual.



Em 1990, John conheceu o diretor Tim Burton na O.S.S. (Ow Shit Studios), diretor esse com quem faria uma parceria duradoura - e estrelou Edward Mãos de Tesoura. O filme provou o talento de Johnny, passou a ser visto não como apenas mais um rosto bonito, mas sim um ator de verdade. O protagonista deste mesmo filme diz que se identificou bastante com este personagem. Foi também neste filme que contracenou com Winona Ryder e começaram a namorar.



Entre outros filmes com o diretor Tim Burton estão Ed Wood, A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça, a refilmagem de A Fantástica Fábrica de Chocolate, a animação A Noiva-Cadáver, e Sweeney Todd o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet. Atualmente, a parceria pode ser vista em Alice no País das Maravilhas.
John estreou como diretor em O Bravo, em 1997. O roteiro foi escrito junto com seu irmão D. P. Depp e Paul McCudden, e onde além de atuar ao lado de Marlon Brando, John faz um índio cherokee, tribo aliás da qual ele descende.


 


Mas foi com Piratas do Caribe na pele do divertido e excêntrico Capitão Jack Sparrow, aliás esse foi o personagem preferido dele e de seus filhos, que caiu nas graças de Hollywood, e recebeu sua primeira indicação na Oscar de melhor ator em 2004. 





A segunda indicação ao Oscar veio em 2005, com Em Busca da Terra do Nunca.E em 2008 recebeu uma indicação por Sweeney Todd o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet.
 

O que chama atenção em Depp também é a sua conturbada vida pessoal. Os romances com as atrizes Sherilyn Fenn e Jennifer Grey vieram depois do divórcio da primeira mulher em 1986, e pouco duraram. Com Winona Ryder, com quem noivou, a coisa foi mais concreta, chegando a tatuar "Winona Forever" no seu braço. Depois do fim do namoro, Depp mudou a tatuagem para "Wino Forever" (bêbado para sempre).


Depois veio Kate Moss, com quem teve várias idas e voltas. Ele vive com Vanessa Paradis, mãe dos seus dois filhos: Lily-Rose Melody, nascida em maio de 1999 e Jack, nascido em abril de 2002, cujos nomes são em homenagem aos dois personagesn principais do filme de Ridley Scott, Legend, de 1985, com Tom Cruise e Mia Sara nos papéis de Jack e Lily. Depp conheceu Vanessa quando filmava O Último Portal. Ele a viu num bar e pediu que um amigo a convidasse para se juntar a eles. Mesmo não sendo casados, Depp diz que se consideram marido e mulher desde o dia em que começaram a morar juntos. 

Johnny Depp já esteve envolvido com álcool e drogas, porém, essa parte de sua vida é algo que ele garante ter deixado no passado. Atualmente, com seu estilo nada convencional, é um pai de família comportado e um ator mundialmente admirado.

Mostrando que pode interpretar com extrema facilidade qualquer tipo de personagem, Johnny Depp é um verdadeiro camaleão de Hollywood. Com um carisma intrínseco a sua personalidade, que só colabora com o vínculo fortíssimo que seus personagens criam com o espectador, Johnny consegue realçar ainda mais sua presença em cena, expressando competência na arte de atuar de um grande ator. Seu talento tem sido muito bem reconhecido ao longo de sua carreira; prova disso, é seu cachê sempre crescente a cada filme. Por Piratas do Caribe, recebeu dez milhões de dólares. Dois anos depois, no remake de A Fantástica Fábrica de Chocolate, o cachê chegou a 18 milhões de dólares.
Em 19 de novembro de 1999 deixou suas marcas na Calçada da Fama.
Johnny Depp rodou em Londres o filme baseado no musical da Broadway, Sweeney Todd, com direção de Tim Burton. O filme estreou em 2007 nos EUA, e no dia 8 de fevereiro de 2008 no Brasil.
Recentemente ao aceitar retornar a franquia "Piratas do Caribe", pelo valor de R$ 130 milhões de reais, tornou-se o ator mais bem pago do planeta.



Espero que tenham gostado da postagem...
Até a próxima!




sexta-feira, 22 de abril de 2011

Yann Tiersen


Yann Pierre Tiersen (Brest, 23 de junho de 1970) é um músico de vanguarda, multiinstrumentista e compositor francês de origem judaica. Compondo para piano, sanfona e violino, sua música aproxima-se de Erik Satie e do minimalismo de Steve Reich, Philip Glass e Michael Nyman. Tornou-se internacionalmente conhecido ao compor trilhas sonoras de filmes como O fabuloso destino de Amélie Poulain e Good Bye, Lenin!.


Passou sua infância em Rennes, também na Bretanha, onde estudou violino, piano e regência orquestral. De formação clássica, encaminhou-se para o rock já na idade adulta. Nos anos 1980, junta-se a vários grupos de rock em Rennes. Em seguida, começa a escrever trilhas sonoras para peças teatrais e filmes como "A vida sonhada dos anjos" (1998), de Erick Zonca, "Alice e Martin" (1998), de André Téchiné e "O que a Lua Revela" (1999), de Christine Carrière.

O minimalismo, característica de suas composições, é marcado pela repetição (frequentemente de pequenos trechos, com pequenas variações através de grandes períodos de tempo) ou estaticidade (na forma de tons executados durante um longo tempo); ritmos quase hipnóticos. Philip Glass, Steve Reich, Arvo Part, Yann Tiersen, John Coolidge Adams e Wim Mertens são os mais famosos compositores minimalistas.

Uma de suas composições pode ser ouvida na Novela “Morde e Assopra” exibida pela emissora de televisão brasileira “Rede Globo”.  "Comptine D'Un Autre Ete L'Apres Midi", do Filme O Fabuloso Destino de Amelie Poulain é tocada pela personagem Naomi, interpretada por Flávia Alessandra na novela.

Comptine D'Un Autre Ete L'Apres Midi